domingo, 2 de maio de 2010

A importaância do Perdão

Quando Jesus desejou falar sobre a importância do perdão para o ser humano e em especial àqueles que o seguem. Ele usa a parábola do credor incompassivo, registrada por Mateus no Capitulo 18 e versículo 23-35 de seu evagelho. Após fazer uma acareação aquele soberano da parábola encontra um de seus súditos que lhe devia 10 mil talentos(RC). em uma averiguação rápida é possivel se notar que isto equivale a aproximadamente 164 anos de trabalho ou seja um valor impossivel para aquele servo reaver a seu Senhor.
No entanto, o rei queria receber sua dívida e recorre ao método mais usual de sua época, a venda de familiares do devedor para que o débito fosse sanado.
É possivel imaginar o desespero daquele pai de familia rogando em favor de seus filhos e esposa, seus bens seriam todos dissipados em favor da conta e mesmo assim não poderia quitá-la.
É neste momento que o súdito recorre a misericórdia de seu soberano, prostrado roga por clemência, e, para sua surpresa aquele senhor faz-lhe o inacreditável, perdoa-lhe inteiramente a dívida após ver seu estado de lamento e comover-se de íntima compaixão.
Após sair da presença de seu senhor diz a bíblia: "...encontrou um de seus conservos que lhe devia cem dinheiros e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: pague-me o que me deves."
O desfecho foi colocar aquele seu conservo na prisão pelos cem dinheiros.
Aparti deste ponto inicia-se a parte prática da parábola:
Aquele servo que devia 164 anos de trabalho e foi perdoado, agora agride o seu companheiro por um valor equivalente a ínfimos três meses de trabalho de um operário.
O perdão que recebera, já havia apagado-se de sua mente e encontrava-se impossibilitado de fazer a outrem o que se tinham feito a ele.
Ao trazermos este ensinamento para os dias atuais, podemos constatar diariamente esta realidade no meio de uma sociedade que se diz cristã. muitos templos estão repletos de homens e mulheres que chegaram completamente arrasados com dívidas espirituais impagaveis, no entanto, pela bondade de Deus receberam o perdão absoluto de seus débitos. Uma vez perdoados, passaram é viver em novidade de vida, e, o que era para ser benção torna-se maldição em suas vidas.
Quando se sentem livres do peso que carregavam esquecem-se que outros estão em situação semelhantes e que também precisam de perdão.
Passam a ser santões, profetas, intocáveis, alguém que jamais pecou. e no primeiro erro que veem em seus conservos começam a esbofetea-los ater a morte.
Não são poucos aqueles que já não toleram o irmão que é fraco na fé, ao invés de estender a mão, fazem como aquele servo imcompassivo querem receber a dívida a qualquer custo. O que estes não sabem é que assim como na parábola, que a noticia daquele que um dia foi perdoado está hoje negando perdão a seus companheiro, chegarar aos ouvidos do rei.
Muitos perderão a sua benção por não distribuir a mesma com aqueles que estão próximo de si.
É tempo de liberarmos perdão, se quisermos o perdão de Deus. Muitos esquecem-se da oração que Cristo nos deixou como modelo, esquecem-se que o perdão de Deus é condicional a nossa disposição de perdoar.

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