sábado, 9 de outubro de 2010

Reflexão

Gostaria que as nuvens fossem sempre brancas, que as estrelas não deixasem de brilhar quando estivesse chovendo, que o sol clarease sem queimar nossa pele, que as respostas viessem quando a gente pergunta, que o choro fosse só de alegria e o riso de felicidade. Que os homens não matassem uns aos outros, que  não fizessem outros de escadas, que a raiva não trouxesse vingança, que o ódio fosse contra o mal, que a guerra fosse contra o pecado, que o amor não fosse fingido, que a caridade não esperasse recompensa, que todos fossem amigos, que soubesse-mos voar como os passaros, nadar como os peixes e viver como irmãos, que a graça superasse a justiça, que o perdão fosse a paga da dívida. Que dinheiro tivesse menos importância e pessoas fossem antes de coisas, que política fosse verdadeira e sacerdócio honrado, que a vocação superasse a ganância, que não fosse-mos tão avarentos, que soubesse-mos amar de verdade, que cumprisse-mos o que Paulo disse aos Corintios no capitulo treze, que priorizasse-mos a família sem esquecer dos amigos, que descobrisse-mos o reino que ha dentro de nós, que conhecesse-mos a verdade para sermos de fato livres, que os dógmas não suplantasse a lei de Cristo, que Jesus não demorasse tanto, que a maioria achasse a porta estreita, que a morte não aterrorizasse os homens, que não existisse preconceito, que cada um fosse seu próprio juiz, que a vida demorasse mais e soubesse-mos valorizar cada minuto, que a esperança não morresse e que todos tivessem fé.

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